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Câmera e sensor de fadiga
Câmera de fadiga: alerta de sono e distração na cabine
O número da frenagem não diz se o motorista dormiu, se o carro fechou ou se o celular estava na mão. A câmera de fadiga marca o sinal na cabine e entrega o recorte para quem opera a frota.
IA
sono, bocejo e celular
cabine
alerta no momento
+950
veículos na base
LGPD
imagem com regra da empresa
Sinal na cabine, não no relatório da sexta
Olhos fechados, cabeça caindo e celular geram alerta sonoro para quem dirige. O gestor vê o evento depois, no mesmo fluxo da telemetria.
Contexto que o sensor sozinho não tem
A câmera explica o evento. Frenagem que evitou um terceiro não entra na mesma conta da frenagem por hábito.
Começa pelos veículos de maior risco
Não precisa câmera em toda a frota no primeiro mês. Entre pelos trechos longos, noturnos ou com mais ocorrência.
Quem analisa é a empresa
A ACMON entrega equipamento, plataforma e suporte. O monitoramento da imagem e a conversa com o motorista ficam com o gestor.

Sensor de fadiga e câmera de fadiga, no mercado, descrevem o mesmo tipo de equipamento: uma câmera voltada para o motorista, com infravermelho e IA. O recorte técnico está no guia de câmera de fadiga. Esta página é o serviço: o que entra no contrato e o que a operação precisa decidir.
O que a câmera de fadiga detecta
Olhos fechados por tempo demais, piscada lenta, bocejo, cabeça caindo, olhar fora da via e uso de celular. Alguns modelos marcam cinto ausente e câmera tapada. À noite o infravermelho segura a leitura. Óculos escuros pedem teste na própria frota.
- Alerta sonoro na cabine no momento do sinal
- Evento gravado com horário e veículo
- Corte de vídeo para a gestão abrir no painel
- Ligação com videotelemetria e gestão de jornada
O que a câmera de fadiga não é
Não substitui descanso, escala e a Lei do Motorista. Não é ADAS de faixa e colisão. Não é CFTV de pátio. Não é central 24 horas da ACMON olhando cada motorista: quem lê o evento é a empresa cliente.
Como a ACMON implanta a câmera de fadiga
Diagnóstico da operação, instalação na cabine, configuração do que sobe como evento e treinamento de quem vai abrir o recorte. Imagem de motorista é dado pessoal: a empresa define aviso, acesso e prazo de guarda. O recorte jurídico e de LGPD está no guia.
A câmera entra no mesmo ambiente da videotelemetria. Quem já tem telemetria ganha o contexto visual. Quem ainda não tem começa pelos veículos que rodam o trecho mais longo.
Atendimento em todo o Brasil
A ACMON atende empresas em todo o território nacional. Veja algumas das regiões onde levamos rastreamento, telemetria e gestão de frotas:
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre câmera de fadiga
Câmera de fadiga e sensor de fadiga são a mesma coisa?
No mercado, sim. Os dois nomes descrevem o DMS: câmera na cabine com IA. Alguns fabricantes separam o alerta local do modelo que grava e envia o evento.
A ACMON fica olhando a câmera 24 horas?
Não. A ACMON entrega a plataforma. Quem analisa o evento e conversa com o motorista é o gestor da empresa.
Precisa autorizar o motorista?
Imagem de pessoa é dado pessoal. A empresa avisa, define finalidade e quem acessa. O jurídico da operação fecha o texto do aviso.
Funciona à noite?
Os modelos profissionais usam infravermelho. Óculos escuros pedem teste no veículo que a frota realmente usa.
Serve só para punir?
O uso mais útil é explicar o evento e proteger quem conduziu certo. Ranking sem contexto vira briga, não gestão.
Como peço uma demonstração?
Pelo formulário ou WhatsApp comercial. Leve quantidade de veículos e o turno que mais preocupa.
Pronto para levar câmera de fadiga para a sua frota?
Fale com um especialista da ACMON e receba uma demonstração gratuita e sem compromisso.